Quantas estrelas se vêem no céu (versão simplificada)

Guilherme de Almeida

Guilherme de Almeida

É opinião corrente que as estrelas observáveis a olho nu, num dado local e num dado instante, são incontáveis. E há também quem afirme que são milhões. De facto, sobretudo num local escuro, afastado de poluições, luminosas e outras, somos tentados a concordar com este ponto de vista. No entanto, o número de estrelas visíveis sem ajuda óptica— mesmo em condições muito favoráveis— é relativamente modesto, muito abaixo das especulações enraizadas no senso comum. Neste artigo apresenta-se um processo expedito e acessível para estimar o número de estrelas visíveis a olho nu do local, bom ou mau, em que o observador se encontra.

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Não compre um telescópio demasiado grande

Não compre um telescópio demasiado grande
Guilherme de Almeida

Este artigo dirige-se especialmente aos recém-chegados à astronomia amadora, que procuram o seu primeiro telescópio. Mas também será útil aos que estão a pensar em comprar o segundo telescópio (ou seja, o primeiro telescópio “a sério”) depois de terem verificado que o seu primeiro instrumento de observação, provavelmente um reflector de 60 mm de abertura, ou um reflector de 76 mm é demasiado limitado para os objectos do céu profundo. Serve também como alerta para os observadores que estiveram alguns anos fora desta actividade e pretendem regressar: durante a vossa ausência os telescópios ficaram maiores e mais sofisticados…
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A matemática das lentes de Barlow

A matemática das lentes de Barlow
Guilherme de Almeida

 A lente de Barlow e a justificação do seu funcionamento foram já referidas anteriormente no número n.º 12 de Astronomia de Amadores, de Outubro- -Dezembro de 2001, pág. 27 (artigo O Mistério da Lente de Barlow). O aspecto inovador do presente artigo reside no cálculo prático da amplificação em uso das lentes de Barlow (que não é fixa), segundo um processo independente do modelo e marca da lente de Barlow, adaptando-se a todas as marcas.

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As 10 maiores dificuldades iniciais

As 10 maiores dificuldades iniciais no conhecimento do céu a olho nu
Guilherme de Almeida

Quem não gostaria de saber o nome de uma estrela ou de ser capaz de apontar no céu, a dedo, diversas constelações com a certeza de que não se está a enganar? Muitos perseguem este sonho mas pensam que isso é inacessível. Na verdade, é muito mais fácil do que parece. Mas há técnicas e procedimentos facilitadores que convém saber. O sucesso depende da regularidade das práticas e neste artigo abordaremos as dificuldades sentidas mais frequentemente.

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Alguns conselhos para quem pretende iniciar-se nas observações astronómicas

Alguns conselhos para quem pretende iniciar-se nas observações astronómicas
Guilherme de Almeida

 Seja bem vindo(a) ao grupo dos que gostam de observar o céu ! Há quem diga que as observações astronómicas são a contemplação da natureza na sua escala mais ampla. Este texto constitui um apoio para quem começou agora a interessar-se por Astronomia. É essencialmente uma orientação encaminhadora que se espera útil aos(às) eventuais interessados(as). Procure ver qual das três fases seguintes corresponde ao seu caso.

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Efeitos da poluição luminosa no espectáculo do céu nocturno

EFEITOS DA POLUIÇÃO LUMINOSA NO ESPECTÁCULO DO CÉU NOCTURNO
Guilherme de Almeida

A poluição luminosa é o maior inimigo da beleza e imponência do céu nocturno. Devido aos
sistemas de iluminação mal dirigidos, mal instalados ou deficientemente projectados, muita luz é
lançada, indevidamente, para cima. O resultado prático é que o céu nocturno deixa de ser negro. O
número de estrelas visíveis a olho nu diminui drasticamente e as poucas estrelas visíveis tornam-se
débeis, ténues representações da sua presença poderosa e fascinante, bem visível sob céus escuros.
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As 10 maiores dificuldades do recém-chegado à Astronomia amadora

As 10 maiores dificuldades do recém-chegado à Astronomia amadora
Guilherme de Almeida

José Manuel (nome fictício) acaba de comprar o seu primeiro telescópio. Está entusiasmado com as maravilhas que espera ver através dele e com o que imagina vir a descobrir nessas observações. No entanto, logo na primeira tentativa, passa-se algo de errado: em vez das estrelas esplendorosas que esperava observar, não vê absolutamente nada! A Lua não é nítida como ele esperava e a imagem parece dançar. O que é que está a correr mal? Isto não é raro de acontecer, mesmo com os telescópios mais sofisticados actualmente disponíveis. Este artigo chama a atenção do leitor para as principais coisas que podem correr mal; poderá ajudá-lo a desembaraçar-se desses problemas e a começar as suas observações com sucesso.

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10 Conselhos ao principiante nas observações astronómicas com telescópios

10 CONSELHOS AO PRINCIPIANTE nas observações astronómicas com telescópios
Guilherme de Almeida

Muitos principiantes ficam desapontados por não conseguirem observar através do seu telescópio os pormenores, particularidades ou fenómenos referidos por quem já tem mais prática. Este artigo
apresenta algumas das técnicas básicas utilizadas correntemente pelos observadores experientes para melhorar as suas observações.

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O céu e as tradições: preservar o céu dos nossos avós

O CÉU E AS TRADIÇÕES:
preservar o céu dos nossos avós
Guilherme de Almeida

1. A História e a longa noite dos tempos
A actual designação das constelações que podemos ver no céu nocturno segue
uma terminologia e uma simbologia internacionais, relativamente modernas, que
resultaram de um acordo internacional levado a cabo pela União Astronómica
Internacional (IAU) em 1928. Essa sistematização, bem como a delimitação das
constelações no céu, foram consequências do trabalho do astrónomo belga Eugène
Delporte, aceite internacionalmente em 1930, através da sua obra “La Déllimitation
Scientifique des Constellations”.

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