Associações, grupos e clubes de astronomia amadora em Portugal

Guilherme de Almeida

É importante e útil dispor de uma lista actualizada de todos os grupos, grandes e pequenos, de Astronomia de Amadores. Poderão ter designações como “Associação”, “Clube”, “Grupo”, “Secção”, “Núcleo”, etc. Por vezes são designados genericamente como “grupos”. A lista que se segue dá diversas informações sobre todos os grupos de que tomámos conhecimento no decorrer de um apelo feito nesse sentido em  Outubro/Novembro de 2002.
Com esta lista talvez se descubram associações, grupos ou clubes que eventualmente nunca pensámos que existissem, por vezes mesmo ao lado, ou quase, das nossas portas.

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A Excentricidade da Órbita da Terra (II)

Guilherme de Almeida

 Num número anterior da “Macrocosmo” apresentei um artigo que descreve o fundamento de um processo experimental para a determinação da excentricidade da órbita descrita pela Terra em torno do Sol. Seguindo as indicações já dadas nesse artigo (cuja consulta se recomenda), apresentam-se agora os resultados práticos obtidos, aos quais se juntam algumas indicações úteis. Este trabalho pode ser feito com facilidade por qualquer astrónomo amador ou por um grupo de Astronomia numa escola secundária. O facto de se poder fazer de dia, em duas ocasiões do ano escolar, é uma circunstância favorável para algumas pessoas.

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A Excentricidade da Órbita da Terra (I)

Guilherme de Almeida

É sabido dos livros de texto que as órbitas dos planetas são elipses. Assim sendo, a Terra não escapa a este facto. Será possível, com meios muito simples, tanto no aspecto material como do ponto de vista matemático, determinar a excentricidade da órbita do nosso planeta em torno do Sol ? É esse o objectivo deste artigo.

Pode satisfazer a curiosidade de alguns leitores, que queiram fazer as medições necessárias e comparar os seus resultados com os que se vêem nos livros, ou servir de base a um programa de trabalho numa escola secundária, para alunos que estejam integrados num grupo de Astronomia. Este é o artigo 1 numa série de 2.

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Quantas estrelas se vêem no céu?

Guilherme de Almeida

É opinião corrente que as estrelas observáveis a olho nu, num dado local e num dado
instante, são incontáveis. E há também quem afirme que são milhões. De facto, sobretudo
num local escuro, afastado de poluições, luminosas e outras, somos tentados a concordar
com este ponto de vista. No entanto, o número de estrelas visíveis sem ajuda óptica—
mesmo em condições muito favoráveis— é relativamente modesto, muito abaixo das
especulações enraizadas no senso comum.

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Distância focal (3)

A imagem primária forma-se sempre no plano focal ?
Guilherme de Almeida
Este é o terceiro artigo de uma série de quatro dedicada ao conceito de distância focal, às suas implicações e ao modo
de a modificar.
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Distância focal (2)

Qual é a distância focal do seu telescópio ?
Guilherme de Almeida
O presente artigo é uma continuação de um outro (intitulado Distância focal), que saiu no número anterior
de Astronomia de Amadores. Neste segundo artigo trataremos de uma questão que parece óbvia e destituída de
interesse. Então não é verdade que todos os fabricantes indicam a distância focal dos telescópios que produzem,
nos próprios instrumentos ou na documentação que os acompanha?

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Distância focal (1)

Guilherme de Almeida

Este artigo é o primeiro de uma série dedicada ao conceito de distância focal e a várias das suas implicações. Ao longo dos vários artigos desta série iremos abordando sucessivamente, em sequência coerente,
a começar pelos casos mais simples, aspectos muito relevantes para a astronomia de amadores.
curvatura adequada (no segundo caso). Nos telescópios catadióptricos (Schmidt-Cassegrain e Maksutov-Cassegrain), a distância focal é a do sistema formado pelo espelho primário e pelo espelho secundário (a lentecorrectora tem uma influência insignificante na distância focal efectiva do sistema). Veremos seguidamente como se medem as distâncias focais nos diversos casos, o que nos catadióptricos (também conhecidos como telescópios compostos), pode constituir uma surpresa.

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Funcionamento das lentes de Barlow

Guilherme de Almeida

A lente de Barlow é um acessório muito comum e foi inventada em 1834 por Peter Barlow (1775-1852), professor de matemática da Real Academia Militar Inglesa. A Barlow é essencialmente um acessório modificador da distância focal da objectiva. É frequente ouvir perguntar como funciona a lente de Barlow.
Algumas pessoas surpreendem-se pelo facto de a lente de Barlow (por ser divergente e porque “diminui o tamanho” dos objectos quando se espreita pelo tubo) produzir um aumento de amplificação do telescópio. Outras pessoas ficam espantadas ao verificar que a Barlow consegue, com um pequeno acréscimo do comprimento total do tubo do telescópio, duplicar ou triplicar a distância focal efectiva da sua objectiva.

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O telescópio ideal

Guilherme de Almeida

O conceito de ideal é demasiado difuso. Quem é que no dia-a-dia tem o automóvel ideal, o computador ideal, a casa ideal, a aparelhagem de som ideal, etc. Quem? Porque é que o telescópio que utilizamos deveria ser o ideal? Seguem-se algumas considerações a ter em conta. Este texto é necessariamente resumido, por limitações de espaço No final, leitor encontrará outras fontes à sua disposição, onde poderá obter informações mais pormenorizadas sobre estes assuntos e sobre outros directamente relacionados com eles.

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