Sobre o problema do arrastamento nas fotografias de estrelas sem seguimento da câmara

Sobre o problema do arrastamento nas fotografias de estrelas sem seguimento da câmara
Guilherme de Almeida

Utilizando uma câmara fixa, as imagens de campos de estrelas conduzem, ao fim de pouco tempo de exposição, ao aparecimento de traços estelares (arrastamento) resultantes do movimento aparente da esfera celeste. Os traços estelares têm a sua própria beleza, se for esse o objectivo da fotografia. Mas nem sempre se pretende esse efeito. Para fotografar constelações de uma forma realista, registando estrelas suficientes, há que alongar a exposição. Neste artigo fundamentam-se e calculam-se os limites temporais da fotografia com câmara fixa, mantendo imagens estelares satisfatoriamente pontuais.
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Construção de Observatorio de Tecto de Correr

Construção de um Observatório Astronómico a partir de um Abrigo de Jardim – Carlos Saraiva

Desde há algum tempo, tenho vindo a consultar vários sites e a visitar empresas de bricolage, na tentativa de encontrar um modelo de abrigo de jardim passível de fácil alteração, com vista à sua transformação num observatório, capaz de albergar um telescópio de pequena/média dimensão.
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Tamanho da Imagem no plano focal

Sobre o tamanho da imagem no plano focal de um telescópio

Guilherme de Almeida

Neste artigo propomo-nos, mostrar como se pode determinar analiticamente o tamanho da imagem
de um dado objecto, no plano focal de um telescópio, em função da distância focal efectiva do
instrumento utilizado. Este assunto interessa tanto para a astrofotografia analógica como para a sua
congénere digital, revelando-se, por isso, de interesse para muitos utilizadores de telescópios que
pretendam registar imagens de objectos extensos, prevendo que fracção do tamanho do chip do CCD
essa imagem ocupará. E também permite calcular o tamanho com que a imagem aparecerá no plano
do diafragma de campo de uma ocular. Como vamos ver, o cálculo dessas dimensões é mais fácil do
que parece.

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Como avaliar a magnitude limite no seu local

Como determinar facilmente a magnitude limite no seu local de observação – Guilherme de Almeida

Um céu escuro, com o mínimo possível de poluição luminosa, é o requisito mais importante para as observações do céu nocturno. Estas podem fazer-se por pura curiosidade recreativa,

reconhecendo (a olho nu) estrelas e constelações, ou ainda para observar objectos do céu profundo: nebulosas, galáxias e enxames de estrelas, utilizando telescópios. É conveniente que todo o observador seja capaz de avaliar a qualidade do seu céu, determinando a magnitude limite do seu local, o que é fácil de concretizar porque não exige instrumentos. Este artigo dá todos os meios para que o interessado o possa fazer.

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A Terra, a Milha e o Nó

A Terra, a Milha e o Nó – Guilherme de Almeida

Na navegação, é comum as distâncias medirem-se em milhas náuticas e as velocidades em nós.
Uma milha náutica vale 1852 m, um número nada redondo, ou seja, uma unidade aparentemente
“esquisita”. E não é verdade que usamos todos os dias o quilómetro? Podemos perguntar-nos o que
é que esta unidade terá assim de tão interessante ou vantajoso para continuar a ser usada nos
contextos ligados à navegação ou à aeronáutica. É o que vamos ver neste artigo.
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Não compre um telescópio demasiado grande

Não compre um telescópio demasiado grande
Guilherme de Almeida

Este artigo dirige-se especialmente aos recém-chegados à astronomia amadora, que procuram o seu primeiro telescópio. Mas também será útil aos que estão a pensar em comprar o segundo telescópio (ou seja, o primeiro telescópio “a sério”) depois de terem verificado que o seu primeiro instrumento de observação, provavelmente um reflector de 60 mm de abertura, ou um reflector de 76 mm é demasiado limitado para os objectos do céu profundo. Serve também como alerta para os observadores que estiveram alguns anos fora desta actividade e pretendem regressar: durante a vossa ausência os telescópios ficaram maiores e mais sofisticados…
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A matemática das lentes de Barlow

A matemática das lentes de Barlow
Guilherme de Almeida

 A lente de Barlow e a justificação do seu funcionamento foram já referidas anteriormente no número n.º 12 de Astronomia de Amadores, de Outubro- -Dezembro de 2001, pág. 27 (artigo O Mistério da Lente de Barlow). O aspecto inovador do presente artigo reside no cálculo prático da amplificação em uso das lentes de Barlow (que não é fixa), segundo um processo independente do modelo e marca da lente de Barlow, adaptando-se a todas as marcas.

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As 10 maiores dificuldades iniciais

As 10 maiores dificuldades iniciais no conhecimento do céu a olho nu
Guilherme de Almeida

Quem não gostaria de saber o nome de uma estrela ou de ser capaz de apontar no céu, a dedo, diversas constelações com a certeza de que não se está a enganar? Muitos perseguem este sonho mas pensam que isso é inacessível. Na verdade, é muito mais fácil do que parece. Mas há técnicas e procedimentos facilitadores que convém saber. O sucesso depende da regularidade das práticas e neste artigo abordaremos as dificuldades sentidas mais frequentemente.

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Alguns conselhos para quem pretende iniciar-se nas observações astronómicas

Alguns conselhos para quem pretende iniciar-se nas observações astronómicas
Guilherme de Almeida

 Seja bem vindo(a) ao grupo dos que gostam de observar o céu ! Há quem diga que as observações astronómicas são a contemplação da natureza na sua escala mais ampla. Este texto constitui um apoio para quem começou agora a interessar-se por Astronomia. É essencialmente uma orientação encaminhadora que se espera útil aos(às) eventuais interessados(as). Procure ver qual das três fases seguintes corresponde ao seu caso.

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