Episódios e quotidianos sobre a vida e obra de Carlos Mar Bettencourt Faria

por: Luis Filipe Bettencourt

Mensagens de Deus.
Um certo sábado à tarde, quando um grupo de excursionistas visitava o Museu da Mulemba, vindo do interior de Angola, um indivíduo de cabelo grisalho com colarinho de padre, depois de ver atentamente as vastas vitrinas de instrumentos em pedra lascada, fósseis, minerais e cristais de rocha, disse ver ali muita coisa interessante, mas ele tinha uma rocha que mais ninguém tinha no Mundo. Abrindo a caixa de sapatos, que trazia debaixo do braço, monopolizando a atenção e curiosidade do grupo, retirou cuidadosamente uma pedra queimada, do tamanho de uma mão fechada. “Esta é para o Museu porque tenho lá mais” disse orgulhosamente. Tratavase de um belo exemplar dos restos de um meteorito

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Charles Messier e o seu famoso catálogo

Pedro Ré

Charles Messier nasceu em Badonvillier, na França em 26 de Junho de 1730. Desde cedo manisfestou interesse pela astronomia após ter observado, apenas com 14 anos de idade, um brilhante cometa que exibia 6 caudas distintas. Este interesse intensificou-se após a observação de um eclipse solar visível da sua cidade natal, em 1748.

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Charles Messier e a sua obra

por: Guilherme de Almeida

1 CHARLES MESSIER E A SUA OBRA Guilherme de Almeida Charles Joseph Messier nasceu na cidade de Badonvillier, na Lorena, em 26 de Junho de 1730. Aos vinte e um anos foi para Paris, sendo admitido como desenhador e discípulo pelo astrónomo Joseph-Nicolas Delisle (1688-1768). Rapidamente se fez notar pela qualidade das suas observações astronómicas e pelos registos que delas obtinha.

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Telescópios utilizados pelos astrónomos amadores portugueses

por: Guilherme de Almeida e Fernando Delgado

O entusiasmo pela Astronomia tem crescido continuamente em Portugal. No nosso país estão disponíveis largas dezenas modelos de telescópios para amadores. É grande a oferta quer em aberturas (que se estendem de 60 mm a mais de 400 mm) quer em configurações ópticas (refractores de todos os tipos, telescópios de Newton, Schmidt-Cassegrain, Maksutov-Cassegrain, Schmidt-Newton, Maksutov-Newton e os telescópios reflectores de Cassegrain nas suas diversas variantes. O mercado é amplo e tem sido intensificado pelo aparecimento de pequenas empresas dedicadas ao ramo, que têm à sua frente pessoas sabedoras e interessadas, capazes de conhecer bem o que vendem e até de dar bons conselhos aos potenciais compradores. Já existem cá telescópios sofisticados, até há pouco tempo só conhecidos pelas fotografias publicadas nas revistas estrangeiras. Por outro lado, a resistência inicial que os telescópios Dobson (telescópios de Newton utilizando uma montagem simples mas eficaz e intuitiva) despertaram desvaneceu-se e há agora entre nós muitos adeptos incondicionais destes telescópios de uso simples e directo, autênticos “todo-o-terreno” dos céus

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Observatórios de Astrónomos Amadores (Tectos de Correr)

Pedro Ré

Para a maioria das pessoas um observatório astronómico é habitualmente associado a uma cúpula construída num local de difícil acesso e com uma poluição luminosa muito reduzida. Se isso é verdadeiro no caso dos observatórios astronómicos operados por astrónomos profissionais, os astrónomos amadores têm de recorrer a outro tipo de estratégias para construir os seus observatórios.

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6.º Encontro de Astrónomos Amadores realizado no Colégio Militar

Por: Pedro Ré e Guilherme de Almeida

Decorreu no dia 22 de Abril de 2006, nas instalações do Colégio Militar (CM), em Lisboa, o 6º Encontro de Astrónomos Amadores (6.º EAA) organizado pela Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores (APAA). O referido encontro surge na sequência de quatro anteriores, realizados em 1999 (Faro, Parque Natural da Ria Formosa, 20/21 de Março), 2001 (Sta. Maria da Feira, Visionarium, 24/25 de Março), 2003 (Avis, Auditório Municipal, 26/27 de Abril) e 2005 (Colégio Militar, Lisboa, 30 de Abril). Todos os encontros foram subordinados ao mesmo tema unificador “Astronomia de Amadores em Portugal”.

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O que é o centro de massa?

Por: Guilherme de Almeida
Diz-se frequentemente que as estrelas duplas orbitam em torno do seu centro de massa (CM) comum. A
Terra e a Lua orbitam em torno do centro de massa respectivo, etc. Afinal, o que é o centro de massa de um
sistema de “corpos”?. Farei alguma considerações justificativas, mas os leitores que não queiram seguir todos
os passos podem reter as conclusões. Simplifiquemos para o caso de 2 corpos apenas. Admitamos ainda que
são ambos esféricos e homogéneos ou, pelo menos, constituídos por camadas homogéneas (podendo cada
camada ter densidade diferente das outras). Nestas condições a distribuição de massa é equilibrada
simetricamente em relação ao centro de cada esfera.

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Livros Antigos de Astronomia na Biblioteca do Colégio Militar

Livros antigos de Astronomia existentes no acervo da Biblioteca do Colégio Militar
por:
Guilherme de Almeida

Criado em 1803, o Colégio Militar (CM) comemorou recentemente 206 anos de actividade. Ao longo de todos estes anos, mercê de alguns espíritos mais esclarecidos, a sua Biblioteca acumulou obras de grande valor, embora a existência de muitas delas seja desconhecida dos estudiosos desta temática e de outro público interessado.

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